05 de maio | 2010

Jovem de 22 anos passal mal jogando futebol e morre

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O jovem Maicon Jéferson da Silva, de 22 anos de
idade, conhecido por “Maicon Preto”, que residia no Jardim Cizoto, zona leste
da cidade, passou mal e acabou falecendo, quando jogava uma partida de futebol
de mini-campo, no clube da Ciafundi, localizado na rua Ernesto Riscalli, no
Jardim Universitário.

O incidente foi registrado no início da noite
da terça-feira, dia 4, por volta das 20h30. O jovem chegou a ser socorrido com
vida até à Santa Casa, onde ainda recebeu atendimento médico, mas não resistiu
a intensidade do infarto que sofreu
.

De acordo com o sargento Valdir, do Corpo de
Bombeiros, logo que a corporação foi acionada foram passadas instruções de
primeiros socorros, mas nenhum dos companheiros do jovem sabia fazer massagens
cardíacas ou mesmo respiração artificial

Ao chegar no local foi feita a ressuscitação
cárdio-pulmonar colocando o desfribilador externo. No choque o jovem retornou e
os procedimentos foram realizados até chegar ao hospital. Porém, mesmo depois
do atendimento e dos procedimentos adotados no hospital, ele não resistiu e
entrou em óbito.

Consta, segundo um familiar informou, que o
jovem não possuía histórico de problemas cardíacos e que, inclusive, ele
aparentava muita alegria na tarde da terça-feira, quando acompanhou uma tia em
uma viagem até a cidade de Monte Azul Paulista.

Também segundo esse familiar, o único histórico
hospitalar que ele apresentava era de uma cirurgia que fez para implantação de um
pino com a finalidade de corrigir um problema ósseo em uma das pernas, por
causa de um acidente que sofreu.

“O Maicon nunca teve problemas. Sempre jogou
bola. Era um menino saudável e corria todos os dias. Era forte. Nunca teve
problema algum. Sempre jogou bola e corria na avenida. Sempre teve a vida
normal. Ele fez uma cirurgia pouco tempo atrás, fez todos os exames e não tinha
nada”, explicou.

A tia conta que
durante o jogo ele apenas soltou um grito de dor e já caiu desfalecido. “O
médico falou que foi um infarto fulminante mesmo e que não tinha como fazer
nada. O que o Corpo de Bombeiros podia fazer, fez. Na Santa Casa também. Foi
uma fatalidade mesmo o que aconteceu”, acrescentou.

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