09 de fevereiro | 2014

Captação de água do Cachoeirinha só no final de 2015

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De acordo com o diretor da Superintendência de Água, Esgoto e Meio Ambiente de Olímpia – Daemo Ambiental, A­laor Tosto do Amaral, o sistema de captação de água do rio Cachoeirinha, na região leste do município, para tratamento na nova ETA (Estação de Tratamento de Água), embora esteja com a obra paralisada, será concluído no final de 2015.

Alaor Tosto do Amaral informou que a nova ETA, cuja construção começou ainda durante a administração do ex-prefeito José Carlos Moreira, vai tratar até 500 metros cúbicos por hora. “Vai dobrar a produção de água”, comemora.

Amaral reforça que atualmente a Daemo produz cerca de 250 metros cúbicos com os 55 poços. A captação do córrego Olhos D’água produz de 200 a 250 metros cúbicos por hora. O total é de 450 a 500 metros cúbicos por hora.

Mas a obra está paralisada desde que explodiu o caso da Máfia do Asfalto envolvendo a empresa Scamatti & Seller, que venceu o processo de licitação e iniciou a obra no início de 2013. O prazo era para concluir o sistema em 18 meses.

Entretanto, há a possibilidade de que a obra seja retomada: “A Caixa Federal se encontra hoje em Olímpia para fazer a vistoria do que foi feito para liberar para que possamos licitar novamente essa obra”.

E acrescenta: “A previsão de execução dessa obra, quando ela foi licitada era de 18 meses. A empresa iniciou no começo de 2013. Quando foi no final de março ou começo de abril houve a paralisação da obra em função desse processo do GAECO. Essa obra está parada porque ela precisa liquidar o que foi feito. Quer dizer, o município precisa quitar, através da Caixa”.

Agora está sendo possível regularizar a situação. A empresa assinou o termo de desistência da obra. Mas a segunda colocada não aceitou dar sequência ao trabalho e também desistiu obrigando a realização de uma nova licitação.

ANTECIPAR

Mesmo assim, embora alguma coisa já tenha sido realizada, Alaor Tosto do Amaral observa que ainda sejam necessários 18 meses para a conclusão. “A previsão para conclusão é para o final de 2015”.

No entanto, também enxerga uma possibilidade de a obra ser concluída antes dependendo da capacidade de trabalho da nova empresa, o que possibilitaria antecipar o encerramento.

Ainda de acordo com ele, o município tem comprado os materiais utilizados na construção e a empresa entra apenas com a mão-de-obra. Segundo Amaral, atualmente há mais de R$ 2 milhões em materiais estocados na Daemo Ambiental.

Como se sabe, embora tenha participado do processo e perdido por ter apresentado um valor maior, a empresa BEMA Empreendimentos e Construção, de Pira­cicaba, se recusou a assumir a obra da ETA, no Jardim Luiza.

 

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