08 de julho | 2010

Acusado de matar amásia continua foragido

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Até o início da manhã da quinta-feira, dia 8, a polícia de
Altair ainda não havia localizado o bóia-fria, Givaldo Alves dos Santos, de 27
anos de idade, natural de Guanambi, estado da Bahia, que está sendo acusado de
assassinar, com pelo menos dois golpes de faca, sua amásia, Lucinele Inácio de
Oliveira, de 19 anos, natural de Engenheiro Beltrão, Estado do Paraná.

O crime aconteceu na noite da terça-feira, dia 6, por volta
das 21h50, na avenida 8, número 156, fundos, região central da cidade, onde
funciona um alojamento de bóias-frias.

Segundo o delegado Júlio Cesar Cardoso, que está respondendo
pela Delegacia da cidade, Lucilene e o marido nesse alojamento em Altair, há
dois anos, onde trabalhavam na colheita de cana-de-açúcar e laranja

Inicialmente foi apurado que o casal começou a brigar por volta das 21h30, e
que Lucilene teria jogado uma panela contra o marido. Nervoso, ele pegou uma
faca de cozinha e a golpeou no peito e nas costas.

Com a faca cravada nas costas, a mulher teria saído na rua
pedindo socorro, enquanto G.A.S. fugiu sentido a um canavial próximo

A vítima foi socorrida no posto de saúde do município e, segundo o diretor de
Saúde, José Vicente Falco, chegou com hipotermia e não resistiu aos ferimentos

Por não ter nenhum familiar na cidade, ela foi enterrada na manhã de ontem logo
após o corpo ser liberado pela funerária.

Para o delegado, não há dúvidas que o marido é o autor do
assassinato, já que fugiu logo após o crime.

Consta ainda que, em 2009, Lucilene havia registrado boletim
de ocorrência contra o marido. Durante uma discussão, ela foi agredida e tentou
se separar, mas voltou a viver com companheiro.

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