30 de junho | 2024

O poeta dos escravos

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30/06

– Dia do Caminhoneiro

– Dia do Economiário

– Início da Terceira Regência da Princesa Isabel (1887)

– Parte de São Paulo a bandeira de Bartolomeu Bueno da Silva, denominado como seu pai de Anhanguera, e funda a cidade de Goiás (1722)

– Brasil conquista o título de Pentacampeão na Copa do Mundo de Futebol (Corea-Japão) – 2002

01/07

– Dia da Vacina BCG

– Dia Nacional do Sesi

– Entra em execução no Brasil o Sistema Métrico Decimal (1873)

– Fundação pelo Padre José de Anchieta da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1582)

02/07

– Criação do Corpo de Bombeiros no Rio de Janeiro (1856)

– Dia da Independência da Bahia (1823)

– Dia do Bombeiro Brasileiro

– Dia do Hospital

– Início em Pernambuco da Confederação do Equador (1824)

– Nascimento do educador Antônio de Arruda Carneiro Leão (1887)

03/07

– Criação do Ministério da Justiça (1822)

04/07

– Dia Internacional do Cooperativismo

– Independência dos EUA (1776)

– Morte do escritor Monteiro Lobato (1948)

– Dia do Operador de Telemarketing

05/07

– Coluna Prestes começa a percorrer o Brasil (1924)

– Dia da Independência da Argélia (1962)

– Dia do levante armado em São Paulo, sob o comando do General Isidoro Dias Lopes (1924)

– Fundação de Goiânia (1942)

– Começa a Revolução de 1922 (“Os Dezoito do Forte”)

06/07

– Carta Régia proibindo a impressão de livros e jornais no Brasil (1647)

– Dia da criação do IBGE (1934)

– Morte do poeta Castro Alves (1871)

– Nascimento do compositor Alberto Nepomuceno (1864)

– Execução do mártir João Hus (1415)

 

Além do acidente, o fato de ter sido abandonado pela atriz Eugênia Câmara, o seu grande amor, contribuiu para que Castro Alves desistisse de viver. A sua obra é considerada um retrato fiel e dramático dos sofrimentos impostos aos escravos e foi lembrada durante toda a campanha abolicionista, tendo sido transformada numa bandeira da libertação dos escravos / Arquivo GB Imagem

 

O poeta dos escravos

Em 6 de julho de 1871, morria o poeta Castro Alves

 

Antônio de Castro Alves nasceu na Bahia, na Fazenda das Cabaceiras, próximo a Curralinho, atual cidade de Castro Alves, no dia 14 de março de 1847.

Castro Alves, depois do curso preparatório no Ginásio Baiano, estudou Direito no Recife e depois em São Paulo. Toda a sua atividade intelectual decorreu nessas duas cidades e no Rio de Janeiro.

Não chegou a terminar o curso em São Paulo porque, num acidente de caça, feriu casualmente o próprio calcanhar e teve que ter amputada a parte inferior da perna. Desgostoso e enfraquecido, contraiu tuberculose e morreu aos 24 anos de idade, no dia 06 de julho de 1871, deixando uma obra de incalculável valor.

O valor de sua obra não é apenas artístico, mas também por ter um sentido social e político, em defesa dos ideais populares como a abolição da escravatura.

É considerado o “Poeta da Abolição”, o “Poeta da Raça” e o “Bardo Nacional”.

Em pouco mais de onze anos de atividade literária, Castro Alves conseguiu marcar indelevelmente o seu nome na literatura brasileira.

 

 

 

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